A associação de proteção veicular é um grupo que tem a finalidade de resguardar o veículo contra furto furtos ou danos.

Geralmente as entidades que trabalham este serviço são ligações de cooperativas de proteção veicular, cooperativas de seguros ou associações de seguros.

A a admissaõ de uma associação de proteção veicular envolve menos burocracia do que a de um seguro. Mas é preciso que a associação seja ética e transparente para com os associados.

Ele funciona como um final administração por uma empresa, no qual os associados dividem entre si os custos mensais dos acidentes que surgem entre os integrantes.

Essas cooperativas de seguro de carros funcionam como se fossem um equipes de amigos, que caso um dos membros/colaboradores sofra um acidente e necessite de serviço no  carro, o grupo rateia o serviço entre si.

O artigo 5º da Constituição, parágrafos XVII e XVIII, estabelece que “é plena a liberdade de associação para fins lícitos, proibida a de caráter paramilitar”. O artigo ainda define que a essa associação “independe de autorização”.

O integrante normalmente gasta taxa de adesão e mais uma mensalidade que varia conforme os prejuízos dos integrantes.

Afinal, associação de proteção veicular é legal?

A criação de associações de pessoas para proteção de interesses mútuos, sem fins rentáveis é permitida e prevista pela Constituição e Código Civil.

Assim, a princípio, contanto que não haja nenhuma desonestidade em sua gerência, uma associação de proteção veicular é legal. Ou seja, não viola lei alguma.

Entretanto, as associações veiculares não vendem seguro e nem podem o oferecer a venda como tal, pois não são prevista pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

É importante que a proteção do seu veículo seja regulamentada pela Susep porque ela garante ao consumidor que seus direitos serão cumpridas e que o produto oferecida pela será justo, preservando  os direitos dos segurados.

Como as associações veiculares não tem nenhum órgão fiscalizador, é preciso ficar Espertos, para não cair em nenhuma armadilha.

Isso porque há diversos dados na internet que os clientes de todas essas associações se viram lesados: no caso de pequenos reparos, o serviço era coberto, porém, quando era uma perda total o cliente ficava sem indenização.

O depentende teve perda total do carro depois de um acidente, ganhou a causa na justiça, mas não recebeu o dinheiro. Em outro caso, o seu cliente sofreu roubo e danos no automóvel porém não foi ressarcido.

O norte que cair em um golpe de seguros piratas deve ligar a justiça e entregar na SUSEP o ocorrido. Ela atua junto com o Ministério Público nas investigações de seguradoras não autorizadas.

Ainda está em dúvida quais são as diferenças entre o seguro de carro e uma proteção veicular? Os discursos em torno eles são bem parecidos, mas não é o mesmo produto. Veja abaixo as principais diferenças.

A primeira enorme diferença é no preço: as associações oferecem um preço bem menor do que o seguro auto. Porém, você não deve defina apenas pelo preço.

O preço do seguro auto é mais caro porque as seguradoras levam em consideração várias informações suas para entregar o melhor preço.

Por exemplo, é justo que uma pessoa com mais anos de experiência no trânsito pague menos no seguro do que uma pessoa que tirou a carteira de condutor (motorista) ontem. Além disso, o seguro de carro apresenta diversas coberturas que exercem influência diretamente no preço: quanto maior a proteção, mais caro.

Agora, as associações não levam em consideração essa diferença de perfil, apenas o modelo do carro. Isso quer dizer que, mesmo que você seja mais experiência no transito e more em uma área sem muitos roubos, pagará o mesmo preço de alguém com pouca experiência e que mora em uma parte mais extremamente perigosa da cidade.

Além disso, o pagamento das prestações das associações podem alterar com o passar dos meses, enquanto a do seguro auto é fixa conforme a sua escolha de parcelamento.

Um ponto importante de colocar na alimentação na hora de definir é a fiscalização da proteção que você está contratando.

Imagine uma situação: 30% de todos os clientes de uma seguradora ou associação sofreram acidentes e precisam da indenização para reparar seus veículos. Como elas vão conseguiriam pagar todos os clientes?

As seguradoras são obrigadas pela SUSEP a possuírem uma reserva de recursos para que, em caso de uma onda de sinistros, elas venham a pagar indenização para seus clientes.

Já as  associações não tem essa reserva de recursos, sendo assim, o pagamento da indenização depende do pagamento dos associados naquele mês, além do perigo da instituição quebrar em caso de má administração dos valores recebidos.

As seguradoras investem para seu cliente a apólice que apresenta todos os direitos e deveres das duas partes. Quando a apólice é expedida os riscos são transferidos diretamente para as seguradoras, que ficam totalmente responsáveis pelos itens cobertos na apólice, devendo seguir rigorosamente o que está afirmado.Clique no link e veja como funciona Proteção Veicular