Cortinas Painéis

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Na grande maioria das vezes, depende do gosto do morador. guardado em situações nas quais a persiana é a mais indicada, como quando há pessoas muito alérgicas a poeira na casa, não existe uma norma. grande parte dos profissionais, no entanto, declara que as cortinas têm o poder de imprimir uma atmosfera Desta forma acolhedora e elegante aos projetos.

 

Que modelos de cortinas estão em alta?

 

As propicios direcionam para os mais leves e fluidos, menos volumosos e com ótimo caimento. “Os de aspecto seja ensajerado e rígido são pouco vistos atualmente”, afirma o arquiteto Diego Revollo. Outra novidade, segundo o arquiteto René Fernandes Filho: a volta das estampadas com ilustrações comuns nos anos 1970. “Até há pouco, as cortinas deveriam ser o mais neutras possível, mas isso mudou, pois agora vale realizar delas um elemento forte da decoração”, afirma ele. A campeã de citações a do tipo wave, embora presa num trilho, representa as ondulações adquiridos com o uso de ilhoses num varão.

 

Quando usar trilho ou varão?

 

Indica-se o primeiro quando há um cortineiro, de gesso ou madeira, capaz de disfarçar sua influencia Existem casos em que o trilho, muito discreto, pode ficar aparente, contudo em geral, o suporte permanece oculto. Já o varão se mantém à vista, e costuma entrar em cena nos áreas com forro que acompanha a inclinação do telhado ou se o sonho for torná-lo parte da ambientação. variações mais chamativas, com ponteiras ornamentadas, estão em desuso.

 

Como calcular a quantidade de tecido?

 

Meça a largura da janela (2 m, por exemplo) e multiplique por dois: 2 x 2 = 4 Então tire a proporção da altura (digamos que o pé-direito tenha 2,60 m) e some 60 cm, proporção suficiente para a elaboração da barra e do cabeçote: 2,60 + 0,60 = 3,20 Por fim, multiplique os resultados: 4 x 3,20 = 12,80 m A fórmula vale para um tecido com 1,40 m de largura. Caso ele tenha 3 m de largura, poderá ser usado na horizontal, o que não necessário emendas. A metragem necessária, nesse caso, cai pela metade.

 

As cortinas devem ocupar apenas a janela ou a parede inteira?

 

A menos que exista algum obstáculo, como um aparador sob a abertura, elas ficarão mais e elegante se atingir o piso. Caso não seja possível, escolha um modelo romano ou uma persiana. “Cortinas curtas funcionam apenas em quartos de bebê”, avisa Paulo Rossi, da Interiores Confecções. Com relação à largura, não há regra. “Quando a esquadria é desconcentrada Indico ocultar toda a alvenaria para disfarçar a diferença entre os lados”.

 

Em ambientes com várias janelas, as cortinas devem ser todas iguais?

 

Recomenda-se equalizar “Se uma delas fica acima de um móvel, por exemplo, pode-se cobri-la com um modelo romano, mais curto, e usar cortinas longas nas demais. O resultado será mais concordante se todas forem do mesmo tecido”, ensina Paulo. Outra orientação vem de René: “É viável engrandecer uma porta-balcão com a cortina e instalar telas solares nas janelas, com bom gosto e originalidade”.

 

O que usar em banheiros e cozinhas?

 

Melhor investir em persianas, de preferência metálicas, ou telas fotovoltaicas Ambas são mais fáceis de limpar, detalhe fundamental em ambientes expostos a gordura e umidade. Se a esquadria ficar fora do boxe ou longe do fogão, vale instalar uma cortina romano mas de tecido sintético, que venha a ser lavado frequentemente.

 

Quais as opções mais indicadas para pessoas alérgicas a poeira?

 

Independentemente do tecido definida cortinas tendem a acumular pó. Por isso, especialistas apontam persianas de madeira ou alumínio para moradas de alérgicos. “Sua superfície não é porosa, o que torna simples a manutenção. Escova e aspirador bastam, ou brinquedinho úmida em alguns casos”, diz Betty Rodrigues, diretora comercial da Uniflex Mateus Grou. Quem sofre com o problema, porém não abre mão de cortinas, pode fabricar modelos de voal ou de outros tecidos 100% poliéster, que permitem lavagens constantes sem estragar.

 

E para abafar ruídos?

 

Nenhuma opção se revela totalmente contudente mas blecautes e cortinas grossas – de veludo, sarja de algodão, jeans e linho – podem auxiliar bastante.

 

Quais as pregas e os tecidos mais utilizados?

 

Além da wave, segue firme a prega americana – tanto na versão tradicional, com o franzido abaixo quanto na invertida, com a costura no alto. “A prega macho também não sai de moda”, assegura a designer de áreas internas   Isabel Morellato, dona e fundadora da La Belle Bergère, empresa do segmento. Na matéria-prima, destacam-se as tramas sintéticas, de linho ou gaze de linho com poliéster: a imagem imita a da fibra 100% natural, mas sem os equívocos de encolher e amassar.

 

Que opções são mais eficazes para barrar o excesso de sol?

 

Se o espaço sofre com claridade demasiada, a pedida é investimento num forro – além de filtrar a luz, o recurso protegerá a trama. Caso queira escurecer totalmente a área, compre um modelo blecaute, já sabendo que ele tem um ponto fraco: o visual plastificado. “Há cerca de cinco anos, surgiram os convocados blecaute 70%, de aparência mais natural. Eles não vedam a janela completamente, mas podem, inclusive, tomar o lugar da cortina”, conta Paulo. Outras opções de forro são o tergal verão e a gabardine. Existe, ainda, a oportunidade de combinar persianas ou telas solares, a cortinas.